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Estratégias de mobilização AnarcaFeminista – Hoje na 3ª FLAPOA!

Hoje no segundo dia da 3ª FLAPOA além da exposição de materiais anaquistas durante todo o dia, seguem as oficinas e bate papos, filme e intervenções artísticas, confira toda a programação no site da feira flapoa.deriva.com.br/

Às 19h estaremos propondo um bate papo, somente para mulheres:

Estratégias de mobilização AnaracaFeminista
Propostas para construção de rede anarcafeminista, batepapo sobre novas (e velhas) táticas de ação, mobilização e propagação das idéias anarcafeministas.

Apareça!

((A)) ((E)) !

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3ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre!

A Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre chega a sua 3ª edição, e este ano acontece nos dias 16, 17 e 18 de novembro. Estamos contentes e entusiasmadxs por realizar mais uma feira do livro anarquista, pois acreditamos ser um espaço de propagação do anarquismo e de encontro entre anarquistas e pessoas interessadas.

Este ano, diferente dos anos anteriores, a feira se realizará no Gasômetro, um espaço público e central da cidade, com o intuito de aproximar as pessoas do anarquismo, exercitando também novas maneiras de construção da feira e interação com a comunidade.

Como nas primeiras duas edições, a 3ª FLAPOA conta com propostas de coletivos locais e também de outros lugares, promovendo a troca e a mobilidade, que fortalecem a mutualidade e também a expressão de cada umx e suas particularidades.

Haverá exposição e venda de livros, zines e materiais libertários diversos durante todo o evento, que incluirá oficinas, debates e bate papos, música, teatro, e filmes que serão exibidos na sala de cinema do local.

Venha participar e contribuir com a 3ª FLAPOA!

Confira a programação completa e atualizações no site flapoa.deriva.com.br

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La Feria del Libro Anarquista de Porto Alegre llega a su 3ª edición, y este año se realiza los días 16, 17 y 18 de noviembre. Estamos contentxs y entusiasmadxs por realizar una feria del libro anarquista más, porque creemos que es un espacio de propagación del anarquismo y de encuentro entre anarquistas y personas interesadas.

Este año, diferente de los anteriores, la feria se realizará en el espacio Usina do Gasômetro, un espacio público y central de la ciudad, con la intención de acercar a las personas del anarquismo, ejercitando también nuevas maneras de construcción de la feria e interacción con la comunidad.

Al igual que en los años anteriores, la 3ª FLAPOA cuenta con propuestas de coletivxs locales y también de otros lugares, promoviendo el intercambio y la movilidad, que fortalecen la mutualidad y también la expresión de cada unx y sus particularidades.

Habrá exposición y venta de libros, zines y materiales libertarios diversos a lo largo de todo el evento, que incluirá talleres, conversatorios, música, teatro y películas que sserán exhibidos en la sala de cine local.

Venga a participar y contribuir con la 3ª FLAPOA!

Acompañe la programación completa y actualizaciones en el sitio flapoa.deriva.com.br

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GIG 31/03 – A Solução Não é Se Entregar!!!

Sábado agora, dia 31 vai rolar uma gig com as bandas Chicken’s Call, No Rest e Vapaus.

Chicken’s Call é uma banda anarcopunk de Grenoble que faz um som punk melódico, com letras que falam sobre o sexismo, racismo, xenofobia… Os caras fazem parte de um coletivo que leva o portal Lustucrust, que hospeda as páginas de sete bandas, duas distros e um selo. Além disso o coletivo toca uma infoshop -Local Autogéré- com divulgação de material anarquista, anarcopunk e onde rolam atividades variadas. Estão pela segunda vez no Brasil, a primeira foi em 2008. Desta vez a turnê deles passa também por Uruguai e Argentina.

http://www.lustucrust.org/chickenscall_infos.html

A No Rest é banda local, que toca desde 1989. E neste tempo de existência passou por muitas influencias no som que variam do thrash ao punk. Letras sobre desigualdades, violência contra a mulher, machismo, xenofobia, conturbações políticas e psicológicas… A banda não toca em Porto Alegre desde 2008 e embora não tenha acabado ficou sem fazer gigs por este período porque o baterista mora na Alemanha para conviver com seu filho. A banda carrega na sua bagagem, turnês pelo Brasil, América latina e Europa, o cd Sick Society, o EP Contraditória Condição, os LPs Suportar a Dor e Todos os Disfarces, e faixas em coletâneas sendo a última delas uma compilação feminista lançada pelo selo francês Stonehenge.

Promessa – No Rest

Você não vai ser poupada e você vai se acostumar com humilhação entre flores algumas vezes como premio por te calares. Aquela proteção que dizem você merece receber faz parte do conceito de que você não é capaz, não deve agir. Você receba! Você espere! Você se submeta! Seu valor é tabelado é comparado a mercadorias. Sinto lhe dizer que você não vale muito, você não vale nada.  E o que você recebe? E o que você espera?  E a quem você se submete? Seu nome nunca foi seu, sua vontade nunca foi sua, seu comportamento uma idéia que venderam. É triste assim, é grave assim, é real assim.  Você não vai ser POUPADA! Nada é tão certo quanto isso, a tua própria realidade. Onde justiça e respeito não fazem parte. Sendo esta luta seu bem mais precioso e sincero e a promessa de uma situação melhor para as que virão.

http://norest.noblogs.org/

Vapaus também é de Porto Alegre e toca há pouco mais de um ano. Elxs fazem um som punk, com influências de d-beat e HC finlandês. Assim como o nome da banda, que significa liberdade em finlandês, algumas das letras também são cantadas nessa língua, herança de Outi, finlandesa que morou aqui na cidade e fez parte do projeto no inicio da banda.

http://www.youtube.com/watch?v=DBlaHjG-HCQ&feature=related

O som vai rolar no Garagem Hermetica e a primeira banda começa por volta da meia noite.
Como sempre estará rolando troca e venda de materiais independentes, discos, zines, camisetas, etc. Estaremos também levando os zines do açãoantisexista, traga também seu material para compartilhar!

O ingresso é 10 pilas até a meia noite e 15 após, então chegue cedo!

Apóie a cena local e a banda que está em turnê!

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KontraDogma//Revoluciclo

KontraDogma

A Fanzinada, um encontro itinerante de fanzineirxs, passou por Porto Alegre na última sexta. Participamos e tivemos a oportunidade de mostrar nosso novo zine, KontraDogma, que estivemos confeccionando nos meses de dezembro e janeiro.

O zine nasce da vontade de escrever sobre temas diversos, e esta primeira edição conta com o Relato da 2ª Feira do Livro Anarquista de PoA, entrevista com a banda anarcopunk de Grenoble, Chicken’s Call, e devaneios diversos… Entre em contato se voce quiser uma cópia!

Na Fanzinada, rolaram vídeos interessantes sobre o punk no ABC Paulista, e sobre fanzineirxs, enquanto na outra sala do Moinho Negro rolava a exposição de zines de várias épocas e temas diversos. Depois seguiu-se um debate que contou com xs zineirxs Law Tissot, Thina Curtis, Jamer Mello e Daniel Villaverde.

Revoluciclo

Outra novidade aqui no blog é a nova categoria r(E)voluciclo, contendo os posts do blog de mesmo nome que costumavamos tocar no servidor noblogs. A temática principal destas postagens trata de mobilidade urbana e do uso da bicicleta como ferramenta de autonomia e resistência e surgiu da nossa vivência ao utilizar a bicicleta como meio de transporte diariamente. Resolvemos migrar o conteúdo do blog Revoluciclo para cá e novos textos também serão postados diretamente aqui.

2ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre e Dissidência Muzikfesto- Relato

2ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre

No mês de novembro rolou a segunda edição da Feira do Livro Anarquista aqui da cidade. Foram meses de construção coletiva que resultaram em 4 dias intensos, de exposição de livros, de debates e oficinas, de troca e convivência entre todxs que participaram. Neste ano a feira aconteceu simultaneamente em dois locais, o Espaço Libertário Moinho Negro,onde aconteceram as oficinas, a maioria dos bate papos, os almoços e também alojamento, e a Travessa dos Venezianos onde está situada a sede da Federação Anarquista Gaúcha na qual se concentraram as banquinhas e onde ocorreram também as intervenções artísticas.

Em relação à edição da FLAPoA de 2010, vivenciamos um grande crescimento na participação de coletivos e individuxs de outras localidades do Brasil e do mundo, tanto como expositorxs e proponentxs de atividades, quanto na organização efetiva da feira, tomando parte nas comissões e absorvendo responsabilidades. Essa maior participação na pré-construção da feira auxiliou muito os coletivos locais, ampliando nossos horizontes e introduzindo novas experiências de organização, mas trouxe também um desafio em termos de comunicação e horizontalidade com distâncias tão grandes nos separando.

Abrindo com uma celebração na sexta-feira, dia 11 de novembro, com a apresentação de Animinimaldita (Arg), Minininha Pirracenta (BH) e Front Liberdade e Rima (PoA) a 2ª edição da FLAPoA seguiu sua programação até o dia 14. Rolaram bate-papos e oficinas sobre o Punk e a Contribuição para o Anarquismo, Fascismo e Antifascismo na Atualidade, Estratégias Anárquicas de Transformação, Saúde Feminina, Autonomia do Corpo: Pompoarismo e Dança, O Anarquismo e as Prisões Hoje, a Luta Libertária na Europa no Contexto Atual, Gestão de Espaços Libertários, Yomango, entre muitas outras, além de intervenções teatrais do Grupo T.I.A., do grupo Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela! e também da Federação Anarquista Gaúcha, e, obviamente, exposição dos livros e materiais das editoras Deriva, Imprensa Marginal, Faísca, Imaginário, Achiamé, Madre Selva, L-Dopa e outras mais.

Alguns problemas surgiram ou se mostraram presentes: o cancelamento da participação de alguns coletivos proponentes foi um deles, a solução foi remanejar os horários das atividades e propor atividades de ultima hora ou que tinham sido deixadas de lado durante a construção da feira. Acabou dando certo. Outro problema que se mostrou presente foi de rixas locais darem espaço para atitudes que ao nosso ver atrapalham a horizontalidade e liberdade. Mas a troca de experiências, de idéias e a vivência nos 4 dias foram motivadoras, construtivas e prazerosas.

Dissidência Muzikfesto

A idéia do festival surgiu do fato de que vários dos coletivos participantes também tocam em bandas, a oportunidade de encontro permitiu a construção do festival. Assim a contra cultura teve espaço para se manifestar em forma de som, expressão, e também de exposição de zines e outros materiais punks/anarcopunks. Houveram no festival também alguns problemas mas que foram superados. O primeiro deles foi de que algumas bandas cancelaram sua participação, e como tínhamos marcado 2 noites de festival por razão do numero de bandas os 2 dias não seriam mais tão necessários. O segundo problema foi que na primeira noite do festival ao chegarmos no local surpreendentemente estava já acontecendo um outro evento… questionamos a organização do local, mas muito mais a nossa organização, visto que foi difícil acreditar que aquilo estava acontecendo. Então descobrimos que é uma ocorrência comum naquele espaço. A solução que arranjamos foi de todas as bandas tocarem na noite seguinte, por sorte quem sabe, visto que o numero de bandas diminuído não faziam mais necessárias as 2 noites. Todxs participantxs e também o pessoal que veio para assistir o festival se mostraram muito compreensivxs. Conversamos sobre a falta de espaços autônomos para gigs e alguns problemas de se fazer som em bares. Dentro da realidade atual aqui da cidade, este bar é o mais interessante, e embora sujeitxs a situações como esta, temos uma certa abertura, as donas do espaço não cobram aluguel, tirando seu lucro apenas das bebidas e lanches que elas vendem. Isto juntamente com o equipamento ter sido cedido por um amigo, tornou possível dividirmos toda a bilheteria entre as bandas não locais. O festival contou com as bandas de fora Nieu Dieu Nieu Maitre, Revolta Popular e Gracias por Nada, e as locais, Digna Rábia, Conduta Destrutiva, Vapaus, Front Liberdade e Rima e Ferida (banda do nosso coletivo). A noite fechou a feira com muita celebração, som e troca de idéias.

A feira e o festival possibilitaram novas amizades e interações com pessoas que vivem distantes… o companheirismo, as descobertas de afinidades, e o estreitamento de relações entre amigxs mais próximxs também. Pensamos que isso fomenta as relações anarkikas e ajuda a divulgar o anarquismo e a contra cultura.

Que continuemos construindo e resistindo!

Liberdade! Anarquia! Feminismo!

seguem algumas fotos e o vídeo produzido pela AnarcoFilmes:





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2ª Feira do Livro Anarquista e Dissidência Muzikfesto!!!

Nos últimos meses temos estado organizando juntamente com outros grupos e indivíduos a segunda edição da Feira do livro Anarquista de Porto Alegre, e o festival que vai rolar durante a feira, o Dissidência Muzikfesto! Foi um longo caminho para construirmos a feira e o festival que este ano contam com a presença de varios coletivos de outras localidades também. Será uma programação diversa com muitos bate papos, oficinas, intervenções artísticas, bancas de livros, zines e materiais, difundindo as ideias anarquistas, promovendo troca, vivência e aproximação.
E agora falta apenas uma semana! Queremos convidar a todxs para juntxs participarem destes eventos!

Confira a programação da feira no site flapoa.deriva.com.br
e a programação do festival abaixo:

Domingo 13/11 tocam as bandas:

Gracias por Nada ///Brasília
Nieu dieu Nieu Maitre ///Curitiba
Ferida
Conduta Destrutiva
No Masters

Segunda 14/11 tocam:

Revolta Popular ///São Paulo
Lifelifters ///São Paulo
Flores do Holocausto /// Lajes
Tranca rua ///São Paulo
Digna Rabia
Vapaus

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relato manifestação 8 de julho

Na última sexta-feira saímos às ruas para demonstrarmos nossa revolta contra os grupos neo-nazistas e os recentes ataques por elxs perpetrados. Nos reunimos por volta das 19h na escadaria da Borges, em frente ao prédio da Comunidade Utopia e Luta e já na concentração dava para sentir a força que o ato teria. Mais de 2 centenas de pessoas estavam lá: moradorxs do Utopia e Luta, membros do Levanta Favela, do Moinho Negro, Amigos da terra, Mulheres Rebeldes, Resistência Popular, quilombolas, movimento negro, movimento LGBT, moradorxs de rua, anarkopunks, ciclistas, nós da açãoantisexista e outrxs indivíduos. Pouco depois das 20h começamos a caminhada pelas ruas do centro da cidade denunciando locais freqüentados por neo-nazis, distribuindo panfletos e conversando com as pessoas que passavam. Durante todo percurso tivemos batucada e cantos anti fascistas, entoando sempre  o “Não Passarão!”

Terminamos o ato com uma concentração no Largo Zumbi dos Palmares, onde o microfone ficou aberto a denúncias e relatos. Também teve música, dança, diversão… uma festa de rua!

temos o panfleto em melhor qualidade para baixar na seção zines

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NO PASARAN!!! Mani contra o nazifascismo dia 08 de julho!


hoje acontece aqui em Porto Alegre a manifestação contra o nazifascismo, o racismo, a homofobia, a xenofobia  e toda forma de discriminação!

a mani surge poucos dias depois do ataque à comunidade Utopia e Luta, onde neo-nazis picharam a fachada do prédio com suásticas e simbologias nazistas.

pois que os neo- nazis e simpatizantes saibam que NÃO PASSARÃO!

a concentração será em frente a comunidade Utopia e Luta, alí na escadaria da Borges às 19h. a saída da mani é às 20h!

contribua com sua presença e seu grito contra a intolerância!

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Chega de silêncio! 47 anos do golpe militar

Hoje tem ato político lembrando os 47 anos do golpe militar, completados amanhã. dia 1° de abril de 1964 os militares tomaram o poder.

os crimes cometidos na ditadura militar continuam selados, escondidos.

o ato é em memória as milhares de pessoas torturadas, perseguidas, assassinadas, desaparecidas.
cabe lembrar que muitas foram as mulheres violentadas nas salas de tortura.

a denúncia quebra o silêncio e confronta a conformidade.

venha para o ato que acontecerá as 18h na esquina democrática!

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8 de Março – Manifesto das Mulheres Urbanas aos Poderes

ontem, nós as Mulheres Urbanas, fizemos uma caminhada pela cidade para manifestarmos nossa luta por ocasião do dia 8 de Março. no fim de nossa caminhada nos juntamos as Mulheres do Campo, que antes de chegarem a Porto Alegre, ocuparam a Braskem, protestando contra a monocultura de cana de açúcar. mulheres do campo e da cidade unidas na luta!

nós Urbanas, escolhemos este ano denunciar 4 poderes, que representam a opressão e a desigualdade que sofremos pela lei do capital e do patriarcado que se sustentam reciprocamente.

poderes: ESTADO, GOVERNO, “JUSTIÇA” e MÍDIA.

poderes estes que se cegam a todxs aquelxs que são consideradxs minorias. poderes que falam em direitos humanos, como a Justiça, mas que sabemos que defendem uma elite, permitindo que por exemplo as mulheres ainda recebam menores salários e que tenham trabalhos precários e desumanos. poderes que objetificam as mulheres, como a Mídia que explora a imagem da mulher, lucra com isso e dita padrões de beleza para nos escravizar. poderes que se utilzam do controle que detêm para manterem a dominação de unxs sobre outrxs caracerizando a hierarquia em que o Estado ocupa o grau mais elevado e alimenta a sociedade patriarcal. poderes que são negligentes com as necessidades de muitxs, incluindo as das mulheres que sofrem c0m as leis dos Governantes. leis que impedem a nós mulheres decidirmos sobre nossos próprios corpos, leis que não cumprem o papel da qual dizem fazer, e não proporcionam condições básicas para se viver. todos esses poderes colocam as mulheres em posição de vulnerabilidade, instigam a violência contra a mulher e a desigualdade de tratamento e de direitos.

8 de março – Menos Flores, Mais luta!

grupos que participaram:

ação anti sexista
cambada de teatro em ação direta levanta favela
casa de resistência cultural
comunidade autônoma utopia e luta
mulheres livres
resistência popular

algumas fotos aqui!

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