; charset=UTF-8" /> » poa

Posts tagged ‘poa’

4ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre//15,16 e 17 Nov.

Não seremos massa de manobra!

Me encontro com sentimentos e pensamentos inquietantes. E sei que somos muitxs que assim se encontram. As manifestações contra o aumento da passagem me deram muita esperança, eu nunca pensei que fosse ver as pessoas reagindo tão sinceramente e bravamente nas ruas. Mas também assim como eu, muitxs estão indignadxs em nos depararmos com a tentativa de roubar do povo esta luta, que é sim contra o aumento da passagem. A mídia e a classe média estão tentando descaracterizar o movimento e tirar o protagonismo do povo,  pois este lhes convém que continuem à margem e à exploração e que não tenham voz nem razão.

Este movimento não é contra a “Corrupção”
Ao verem que milhares de pessoas estão indo as ruas, as alas conservadoras e de direita resolvem se apropriar e redefinir as demandas do movimento. Passam a dizer que este não é um movimento pelo passe livre e que “é muito mais”, que “o povo tá cansado de corrupção”. Mas este “muito mais” é na verdade “muito menos”. Qualquer tentativa de dizer que este movimento é contra a corrupção, torna a luta distante, difícil de ser combatida, já que todo mundo é contra a corrupção. Dizer que a luta é contra o governo -se subentende o governo vigente- passou a ser o novo jargão da direita oportunista. Esta tentativa de “ampliar”  as reivindicações é uma tentativa de ofuscar a luta contra o aumento das passagens como ela surgiu, e contra os gastos na Copa que ferem e subestimam a capacidade do povo de discernimento.

Oportunismo em utilizar o termo apartidário

A direita agora se utiliza do termo apartidário de forma oportunista e falsa, porque ela tem partido e tenta cooptar o movimento em favor de seus interesses enquanto partido político. Diz para nos uniformizarmos com uma única bandeira, a do Brasil, clamando o nacionalismo -que é um passo para o fascismo- que se opõe a nossa luta por igualdades e ignora que nossas reivindicações são internacionalistas. Este patriotismo surgido nas manifestações também ofusca a causa, por dizer “muda Brasil”, ou seja, não mude “apenas” o aumento da passagem, mude tudo, “mude de presidente”, quando não, “que volte a ditadura!”
Então nem precisamos mudar a tarifa da passagem, afinal o que são 20 centavos para o bolso da classe privilegiada? Então não precisamos lutar contra o aumento da passagem, porque temos coisas mais importantes para mudar!

Parem de dizer que o movimento é pacífico de forma mântrica

Só o que temos ouvido na mídia é que o movimento é pacífico e que uma minoria composta de “vândalxs” estão estragando as manifestações. É o novo mantra,  liga-se o rádio ou a televisão, se entra na internet e tá lá, “a manifestação era pacífica até que….” Até que o que? Que a polícia joga gás lacrimogênio nxs manifestantes para impedí-lxs de continuarem o protesto e como aconteceu aqui em Porto Alegre para nos impedirem de passarmos na frente da Zero Hora?  A manifestação era pacífica até que xs “vandalxs” e “saqueadorxs”  “injustificavelmente” confrontam o status quo e a violência da Polícia que está lhes descendo o pau?

“Sem violencia, Vandalismo Não!”

Nas manifestações de segunda feira um fenômeno decorrente da adesão dxs mais conservadorxs se mostrou muito presente. Pessoas preocupadíssimas com que as pixações “manchem a imagem” da manifestação e preocupadíssimas em serem mal interpretadas pela Polícia e pelos segmentos da sociedade. Pessoas entoando “sem violencia” ou “vandalismo não” para qualquer ato que não seja caminhar para frente, esquecendo-se de que são estxs vândalxs que estão lhes protegendo na linha de frente! São estxs vândalxs “violentxs” que defendem a manifestação das bombas de gás. Por que estas pessoas evitam criticar a violência policial que é contra PESSOAS e criticam e caracterizam como violência ações contra a propriedade privada, ou orgãos públicos que tem papel direto no preço das passagens, nos gastos com a Copa, e com a desigualdade entre as classes?
Tem um vídeo de São paulo que ilustra bem isto, um cara começa a pixar uma parede e é atacado com muita violência, empurrado, chutado e ameaçado! E onde está o grito “sem violência!”? Fica bem evidente que não é a violência o problema, a questão é pagar pau de “bonzinho”, porque afinal a “Polícia tá aí pra nos proteger né, afinal elxs ganham pouco também né, e elxs podem cometer violências porque elxs estão do lado da lei né”. Pois aqui em porto alegre na manifestação de quinta feira, apesar da mídia corporativa mentir descaradamente, o que aconteceu foi que os policiais começaram a jogar bombas de gás lacrimogênio de forma indiscriminada nxs manifestantes sem que estxs tivessem feito absolutamente nada. O vídeo veiculado pela própria mídia mostra imagens da polícia atacando primeiro, embora o texto do jornalista diz que a polícia revida, tentando sustentar uma mentira visível. E me digam por favor uma verdade, existe realmente equiparidade entre Polícia com escudos, capacetes, proteção e armas “não letais” que muitas vezes matam e manifestantes com lenços envoltos em vinagre?

Gás lacrimogenio- efeito moral….

Sim, o gás lacrimogenio tem um efeito moral. Porém, este efeito moral é decorrente de ameaça a integridade física, ele ataca fisicamente e quimicamente os corpos em graus mais ou menos sérios de acordo com a exposição. As bombas de efeito moral, são bombas materializadas, não são palavras ditas pela polícia como faz parecer o termo “efeito moral”. Elas tem objetivo de impedir, causar danos físicos e dispersar, ou seja enfraquecer a coesão entre manifestantes. De cima de um helicóptero ou do estúdio da TV pode bem parecer apenas uma bomba de “efeito moral”.

Não é o momento de recuar!

Não, este não é o momento de deixarmos às ruas, este não é o momento de cedermos terreno para a direita, a luta é historicamente nossa e não deixaremos que se apropriem! Não seremos massa de manobra!

por E.D.

Página Inicial

Terráqueos e bate papo sobre Veganismo dia 18

Seguindo com a atividade da terceira quinta feira do mês do nosso coletivo no Espaço Deriva, estaremos no dia 18 passando o documentário Terráqueos, seguido de bate papo sobre Veganismo.

Abaixo o cartaz com a programação completa deste mês de abril na Deriva que tem como tema a Alimentação.

Página Inicial

Chamada para ato público – 8 de março é luta!

8 de março é dia Internacional da Mulher, porém não é dia de comemoração e sim dia de luta! É dia para refletirmos sobre as opressões que nós mulheres somos submetidas e manifestarmos nosso descontentamento.

Estaremos amanhã reunidas nos manifestando no Largo Glenio Peres às 17h.

Venha para a luta!

Leia mais no panfleto da mani! panfleto8março

Página Inicial

Começando as atividades do mês de luta das mulheres!

3ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre- Relato

A Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre vem acontecendo anualmente desde 2010,  neste ano chegou à sua terceira edição.

A Feira foi bastante interessante, e bem diferente por ter acontecido num espaço público. Nas nossas reuniões até decidirmos pelo Gasômetro, a opinião geral de todos os coletivos envolvidos, era de fortalecer os espaços anarquistas da cidade, por isso a dúvida entre estes espaços e um espaço público gestionado pela prefeitura. O limite de espaço físico e outras questões nos fizeram optar pelo Gasômetro, um centro cultural. Tirado isso, com questionamentos e crítica, passamos a ver as vantagens, uma delas a do acesso ao anarquismo para todxs. Muito além de uma palavra ou teoria, este acesso se mostrou verdadeiro na prática, muitas pessoas que por ali circularam, e embora muitas sem intenção de irem à feira, acabaram entrando em contato com o anarquismo, participando de alguma forma, simpatizando ou mesmo não concordando.

As bancas com livros, zines, revistas e materiais diversos se propuseram mais do que à exposição, mas à interação e muito debate, ao fluxo de pessoas e idéias, e às impressões com tudo isso, como espaços assim costumam ser. As oficinas rolavam nos arcos, uma extensão do espaço das bancas, e no píer, com muito calor e vento.  Foi bonito de ver e participar deste ambiente, meio caótico, intenso, barulhento e por isso mesmo necessário, pra mexer com o conforto e o previsível.

Houveram duas oficinas fechadas para mulheres e uma para homens. E isso novamente mexeu com as pessoas, gerou discussão e desconforto. Bem, oficina para mulheres sempre é questionada, tratada como algo sectário. A sociedade é sectária, nos divide em seres binários, bipolariza nossas ações, sentidos e emoções em função de gênero, e é por isso que precisamos nos organizar muitas vezes entre nós mesmas para decidirmos pelos problemas das quais apenas nós passamos, para não dizer sofremos. Desta forma, proporcionamos e incentivamos que sejamos as agentes das decisões que dizem respeito a nós somente, coisa que a sociedade não nos incentiva a fazer, pelo contrário, padroniza que nossas vidas estejam nas mãos de nossos pais, irmãos, maridos e também filhos (mostrando quanto o sistema de hierarquias é “flexível”), sendo eles os que “sabem o que é melhor para nós”, tomando decisões que nos dizem respeito.

A oficina para homens foi menos questionada, mas ainda assim com alguns olhares tortos. Algumas oficinas somente para homens têm intenção de vitimizar os homens e ofuscar os problemas das mulheres, ou mesmo ser uma “resposta” ao feminismo – como se o feminismo fosse um assunto isolado, ou que defendesse a superioridade das mulheres – designando que os homens passam por problemas opostos proporcionalmente iguais, ignorando os privilégios dos quais os homens detêm, mesmo quando a seu contragosto.  Que os homens passam por problemas de gênero, isto é inegável, mas de um ponto de vista privilegiado, o que difere bastante as experiências que vivem, mesmo que nem sempre positivas. Não foi o caso desta oficina, que pelo contrário, propôs a desconstrução da masculinidade e reflexão dos privilégios masculinos.

Ainda sobre as questões de gênero, das quais nosso coletivo propõe trazer para o debate como parte da luta anarquista, nossa banca foi bastante freqüentada por aquelxs que se afinizam e se interessam pelo anarcofeminismo, e tivemos a oportunidade de conversar bastante e conhecer pessoas e coletivos, o que sempre nos deixa muito motivadxs. Alguns homens porém  a repudiaram. Não digo pessoas porque foram alguns homens apenas que na feira criticaram o conteúdo anarcofeminista da nossa banca, ou que expuseram isso, talvez porque os homens se sintam mais à vontade de fazerem críticas, ou porque de alguma forma sentiram ameaçadas suas crenças. Muitas das interações foram no sentido de explicarmos o porquê das nossas reivindicações e fomos acusadxs de nos focarmos numa coisa só. Pra começar nós não estamos focadxs numa coisa só, pelo contrário, a intenção é incluir o feminismo como questão fundamental na luta por igualdades, nós realmente não acreditamos em anarquismo sem feminismo. É muito cansativo ver que ainda existe a idéia que temos que esquecer as diferenças e nos unirmos por uma causa “mais importante”- neste caso a anti-civilização. Por que haveríamos nós de deixarmos de lado os males que nos afligem?  Quem decide qual causa é mais importante para quem, x oprimidx ou quem tem o poder em suas mãos para oprimir? As distintas lutas ao contrário de se divergirem se conectam. Não pode ser mais incoerente reivindicar “união” por uma causa – que alguém julga mais importante – porque ela afasta, ela não mostra compaixão ou companheirismo, ela se disfarça em união com o único propósito de que esqueçamos das nossas lutas específicas, do tratamento e oportunidades diferenciados que temos, para nos transformarmos em massa de manobra. A solidariedade é uma das questões mais importantes do anarquismo, se não sabemos nos solidarizar, se não podemos compreender as dificuldades pelas quais não passamos e as reivindicações que surgem dessas dificuldades, estaremos sendo insensíveis e incoerentes enquanto anarquistas. A solidariedade derruba dogmas e instituições, as ameaça e enfraquece, por isso se diz que a solidariedade é uma arma.

Mas podemos dizer que muito mais foram as pessoas que se interessaram positivamente, muitxs foram xs que gostaram das bancas, materiais e das oficinas sobre gênero e que comentaram que estavam entusiasmadxs por verem na feira o feminismo tão presente.

A Feira rolou intensa. Importante dizer que mais uma vez foi fundamental a colaboração das pessoas que vieram de outras localidades, diversificando o espaço e tornando-o mais atrativo, além de propiciar os intercâmbios diversos. A feira aconteceu, e nos faz refletir de sua importância quanto a um espaço para encontro, troca e difusão das idéias libertárias. Que as feiras anarquistas continuem se espalhando pelo mundo.

Enila Dor.
ação anti sexista
26.12.2012

confira também compartilhando impressões da 3ª FLAPOA

Página Inicial

Estratégias de mobilização AnarcaFeminista – Hoje na 3ª FLAPOA!

Hoje no segundo dia da 3ª FLAPOA além da exposição de materiais anaquistas durante todo o dia, seguem as oficinas e bate papos, filme e intervenções artísticas, confira toda a programação no site da feira flapoa.deriva.com.br/

Às 19h estaremos propondo um bate papo, somente para mulheres:

Estratégias de mobilização AnaracaFeminista
Propostas para construção de rede anarcafeminista, batepapo sobre novas (e velhas) táticas de ação, mobilização e propagação das idéias anarcafeministas.

Apareça!

((A)) ((E)) !

Página Inicial

3ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre!

A Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre chega a sua 3ª edição, e este ano acontece nos dias 16, 17 e 18 de novembro. Estamos contentes e entusiasmadxs por realizar mais uma feira do livro anarquista, pois acreditamos ser um espaço de propagação do anarquismo e de encontro entre anarquistas e pessoas interessadas.

Este ano, diferente dos anos anteriores, a feira se realizará no Gasômetro, um espaço público e central da cidade, com o intuito de aproximar as pessoas do anarquismo, exercitando também novas maneiras de construção da feira e interação com a comunidade.

Como nas primeiras duas edições, a 3ª FLAPOA conta com propostas de coletivos locais e também de outros lugares, promovendo a troca e a mobilidade, que fortalecem a mutualidade e também a expressão de cada umx e suas particularidades.

Haverá exposição e venda de livros, zines e materiais libertários diversos durante todo o evento, que incluirá oficinas, debates e bate papos, música, teatro, e filmes que serão exibidos na sala de cinema do local.

Venha participar e contribuir com a 3ª FLAPOA!

Confira a programação completa e atualizações no site flapoa.deriva.com.br

—————————

La Feria del Libro Anarquista de Porto Alegre llega a su 3ª edición, y este año se realiza los días 16, 17 y 18 de noviembre. Estamos contentxs y entusiasmadxs por realizar una feria del libro anarquista más, porque creemos que es un espacio de propagación del anarquismo y de encuentro entre anarquistas y personas interesadas.

Este año, diferente de los anteriores, la feria se realizará en el espacio Usina do Gasômetro, un espacio público y central de la ciudad, con la intención de acercar a las personas del anarquismo, ejercitando también nuevas maneras de construcción de la feria e interacción con la comunidad.

Al igual que en los años anteriores, la 3ª FLAPOA cuenta con propuestas de coletivxs locales y también de otros lugares, promoviendo el intercambio y la movilidad, que fortalecen la mutualidad y también la expresión de cada unx y sus particularidades.

Habrá exposición y venta de libros, zines y materiales libertarios diversos a lo largo de todo el evento, que incluirá talleres, conversatorios, música, teatro y películas que sserán exhibidos en la sala de cine local.

Venga a participar y contribuir con la 3ª FLAPOA!

Acompañe la programación completa y actualizaciones en el sitio flapoa.deriva.com.br

página inicial

GIG 31/03 – A Solução Não é Se Entregar!!!

Sábado agora, dia 31 vai rolar uma gig com as bandas Chicken’s Call, No Rest e Vapaus.

Chicken’s Call é uma banda anarcopunk de Grenoble que faz um som punk melódico, com letras que falam sobre o sexismo, racismo, xenofobia… Os caras fazem parte de um coletivo que leva o portal Lustucrust, que hospeda as páginas de sete bandas, duas distros e um selo. Além disso o coletivo toca uma infoshop -Local Autogéré- com divulgação de material anarquista, anarcopunk e onde rolam atividades variadas. Estão pela segunda vez no Brasil, a primeira foi em 2008. Desta vez a turnê deles passa também por Uruguai e Argentina.

http://www.lustucrust.org/chickenscall_infos.html

A No Rest é banda local, que toca desde 1989. E neste tempo de existência passou por muitas influencias no som que variam do thrash ao punk. Letras sobre desigualdades, violência contra a mulher, machismo, xenofobia, conturbações políticas e psicológicas… A banda não toca em Porto Alegre desde 2008 e embora não tenha acabado ficou sem fazer gigs por este período porque o baterista mora na Alemanha para conviver com seu filho. A banda carrega na sua bagagem, turnês pelo Brasil, América latina e Europa, o cd Sick Society, o EP Contraditória Condição, os LPs Suportar a Dor e Todos os Disfarces, e faixas em coletâneas sendo a última delas uma compilação feminista lançada pelo selo francês Stonehenge.

Promessa – No Rest

Você não vai ser poupada e você vai se acostumar com humilhação entre flores algumas vezes como premio por te calares. Aquela proteção que dizem você merece receber faz parte do conceito de que você não é capaz, não deve agir. Você receba! Você espere! Você se submeta! Seu valor é tabelado é comparado a mercadorias. Sinto lhe dizer que você não vale muito, você não vale nada.  E o que você recebe? E o que você espera?  E a quem você se submete? Seu nome nunca foi seu, sua vontade nunca foi sua, seu comportamento uma idéia que venderam. É triste assim, é grave assim, é real assim.  Você não vai ser POUPADA! Nada é tão certo quanto isso, a tua própria realidade. Onde justiça e respeito não fazem parte. Sendo esta luta seu bem mais precioso e sincero e a promessa de uma situação melhor para as que virão.

http://norest.noblogs.org/

Vapaus também é de Porto Alegre e toca há pouco mais de um ano. Elxs fazem um som punk, com influências de d-beat e HC finlandês. Assim como o nome da banda, que significa liberdade em finlandês, algumas das letras também são cantadas nessa língua, herança de Outi, finlandesa que morou aqui na cidade e fez parte do projeto no inicio da banda.

http://www.youtube.com/watch?v=DBlaHjG-HCQ&feature=related

O som vai rolar no Garagem Hermetica e a primeira banda começa por volta da meia noite.
Como sempre estará rolando troca e venda de materiais independentes, discos, zines, camisetas, etc. Estaremos também levando os zines do açãoantisexista, traga também seu material para compartilhar!

O ingresso é 10 pilas até a meia noite e 15 após, então chegue cedo!

Apóie a cena local e a banda que está em turnê!

página inicial

KontraDogma//Revoluciclo

KontraDogma

A Fanzinada, um encontro itinerante de fanzineirxs, passou por Porto Alegre na última sexta. Participamos e tivemos a oportunidade de mostrar nosso novo zine, KontraDogma, que estivemos confeccionando nos meses de dezembro e janeiro.

O zine nasce da vontade de escrever sobre temas diversos, e esta primeira edição conta com o Relato da 2ª Feira do Livro Anarquista de PoA, entrevista com a banda anarcopunk de Grenoble, Chicken’s Call, e devaneios diversos… Entre em contato se voce quiser uma cópia!

Na Fanzinada, rolaram vídeos interessantes sobre o punk no ABC Paulista, e sobre fanzineirxs, enquanto na outra sala do Moinho Negro rolava a exposição de zines de várias épocas e temas diversos. Depois seguiu-se um debate que contou com xs zineirxs Law Tissot, Thina Curtis, Jamer Mello e Daniel Villaverde.

Revoluciclo

Outra novidade aqui no blog é a nova categoria r(E)voluciclo, contendo os posts do blog de mesmo nome que costumavamos tocar no servidor noblogs. A temática principal destas postagens trata de mobilidade urbana e do uso da bicicleta como ferramenta de autonomia e resistência e surgiu da nossa vivência ao utilizar a bicicleta como meio de transporte diariamente. Resolvemos migrar o conteúdo do blog Revoluciclo para cá e novos textos também serão postados diretamente aqui.