Estratégias de mobilização Anarquista Feminista na 3ª FLAPOA

Hoje no segundo dia da 3ª FLAPOA além da exposição de materiais anarquistas e feministas durante todo o dia, seguem as oficinas e bate papos, filme e intervenções artísticas, confira toda a programação no site da feira flapoa.deriva.com.br/

Às 19h rola um bate papo, somente para mulheres:

Estratégias de mobilização Anarquista Feminista
Propostas para construção de rede anarquista e feminista, bate papo sobre novas (e velhas) táticas de ação, mobilização e propagação das idéias anarquistas em uma perspectiva feminista.

 

Estratégias de mobilização Anarquista Feminista na 3ª FLAPOA


3ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre

3ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre

A Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre chega a sua 3ª edição, e este ano acontece nos dias 16, 17 e 18 de novembro.

Este ano, diferente dos anos anteriores, a feira se realizará no Gasômetro, um espaço público e central da cidade, exercitando novas maneiras de construção da feira e interação com a comunidade.

Como nas primeiras duas edições, a 3ª FLAPOA conta com propostas de coletivos locais e também de outros lugares, promovendo a troca e a mobilidade.

Haverá exposição e venda de livros, zines e materiais diversos durante todo o evento, que incluirá oficinas, debates e bate papos, música, teatro, e filmes que serão exibidos na sala de cinema do local.

Venha participar e contribuir com a 3ª FLAPOA!

Confira a programação completa e atualizações no site flapoa.deriva.com.br

 

2ª Feira do Livro Anarquista e Festival

2ª Feira do Livro Anarquista e Festival

Confira a programação da feira no site flapoa.deriva.com.br
e a programação do festival abaixo:

Domingo 13/11 tocam as bandas:

Gracias por Nada ///Brasília
Ferida
Conduta Destrutiva
No Masters

Segunda 14/11 tocam:

Revolta Popular ///São Paulo
Lifelifters ///São Paulo
Flores do Holocausto /// Lajes
Tranca rua ///São Paulo
Digna Rabia
Vapaus

2ª Feira do Livro Anarquista e Festival

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Segunda edição do livreto Mulheres Anarquistas

Segunda edição do livreto Mulheres Anarquistas

Este é o segundo volume do livreto Mulheres Anarquistas – O Resgate de uma História Pouco Contada. Mabel Dias e Imprensa Marginal.

“Este segundo volume dá ênfase às movimentações, experiências e coletivos de caráter anarco-feminista que surgiram a partir da década de 90, com relatos diversos que, em seu conjunto, nos trazem parte da história recente do anarco-feminismo no Brasil, feita com base em muitas vozes.”

O livreto conta com vários coletivos do brasil e também com relatos de mulheres de outros países publicados originalmente nas cartilhas entre os anos de 2002 e 2003 por Mabel Dias.

É muito importante que sigamos contando nossa “herstória”, já que é convenientemente esquecida por não favorecer a hegemonia masculina. O patriarcado dá conta igualmente de incentivar a passividade nas mulheres e apagar o que conquistamos arduamente, abaixo de muita luta e perseverança.

Parabéns pela inciativa conjunta das companheiras de lutas Mabel e Imprensa Marginal.

você pode adquirir este e outros materiais entrando em contato com imprensa_marginal[@]yahoo[.]com[.]br e http://anarcopunk.org/imprensamarginal/

 

Chega de silêncio! 47 anos do golpe militar

Hoje tem ato político lembrando os 47 anos do golpe militar, completados amanhã. dia 1° de abril de 1964 os militares tomaram o poder.

os crimes cometidos na ditadura militar continuam selados, escondidos.

o ato é em memória as milhares de pessoas torturadas, perseguidas, assassinadas, desaparecidas, e às mulheres violentadas nas salas de tortura.

a denúncia quebra o silêncio

venha para o ato que acontecerá as 18h na esquina democrática

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Ameaças de ataque a Parada Livre

Neonazistas ameaçam  participantes da Parada Livre.

Não é a primeira vez que ameaças como esta vem à tona. Paradas anteriores também receberam ameaças e a parada de São Paulo também já foi ameaçada mais de uma vez. Na realidade a ameça com a qual temos que lidar não está limitada a ataques à paradas, apenas esse mês dois ataques homofóbicos ganharam à mídia corporativa, mas sabemos de muitos outros casos que não ganham tamanha atenção. As ruas não são seguras

e refletem o preconceito cruel de nossa sociedade. Os grupos fascistas/neonazis são o cume desse preconceito, levado à sua forma mais extrema e estereotipada; são um simbolo e por isso mesmo devem ser combatidos.

em defesa que lésbicas e gays estejam nas ruas sem sofrerem ataques!

A Parada Livre é neste Domingo, 27 de Novembro
A partir das 14h, Parque da Redenção.

 

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Dia Internacional de Combate à Violência Contra às Mulheres

Hoje, dia 25 de novembro é o DIA INTERNACIONAL DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES!
Estaremos presentes na esquina democrática, a partir das 11 horas, para manifestarmos nossa repúdio à violência contra as mulheres, que é sistemática e um sintoma da realidade patriarcal. Estamos falando de VIOLÊNCIA FISICA, VIOLÊNCIA VERBAL, ESTUPRO, VIOLÊNCIA-PELO-SEXO, etc. aplicados diariamente como instrumento de coação e dominio.

Já Basta!

NA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, A GENTE METE A COLHER!

1ª Feira do Livro Anarquista de PoA

Nos dias 5, 6 e 7 de novembro estará acontecendo, no Espaço Libertário Moinho Negro (Rua Marcilio Dias, 1463) a 1ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre. Além da participação de diversas editoras anarquistas do Brasil, do Uruguai e da Argentina, haverá uma programação de música, oficinas, bate-papos e filmes. Venha conhecer o espaço e acrescentar com sua presença e participação!

A Ação Antisexista propõe no domingo um diálogo sobre as conexões entre anarquismo e feminismo. Existe anarquismo sem feminismo? Qual a importância dos princípios libertários para o feminismo contemporâneo?  E ainda o lançamento dos zines Nem Escravas Nem Musas #2 e Reajindo – Defesa pessoal para mulheres de todas as idades.

Programação da Feira:

Sexta- (5 de novembro)

*Abertura da Feira do Livro Anarquista
Horário: 19:00

*Espetáculo:
“O Homem Banda”, com Mauro Bruzza, da Cia. UmPédeDois

* Lançamento:
Dias de Guerra, Noites de Amor – Crimethinc e Zonas Autônomas – (vol. 2) – Hakim Bey, pela Editora Deriva

Sábado (6 de novembro)

*Oficina:
Costura de Livros sem frescura
Horário: 11h – 12:30
Proponente: Editora Deriva
Almoço Vegano
A partir das 13h

*Bate-papo:
Anarquismo e Geografia
Horário: 14:30 – 16:00
Convidado: Dilermano Cattaneo

*Bate-papo:
História pelos Anarquistas
Horário: 16:30 – 18:00
Convidado: Anderson Romário Pereira Corrêa

*Filme e bate-papo:
Ácratas
Horário: 19h

Domingo (7 de novembro)

*Oficina:
Stencil
Horário: 10:00
Proponente: Carol Flores

Almoço Vegano
A partir das 13h

*Bate-papo:
Anarcologia e Protopia
Horário: 14:30 – 16h
Convidado: Alt

*Bate-papo:
Política e Anarquismo
Horário: 16:30 – 18:00
Convidado: Bruno Lima Rocha

*Bate-papo:
Feminismo e Anarquismo
Horário: 18:30 – 20:00
Convidada: Ação Antisexista

Dia Latino-Americano e Caribenho de Luta pela Descriminalização do Aborto!

O aborto é uma realidade. Ele vem sendo praticado por mulheres em todo o mundo e no Brasil não é diferente. A legislação brasileira proíbe o aborto taxando-o como crime contra a vida e prevê detenção que pode variar de 1 a 10 anos, porém sugere a não punição para os casos onde há risco de morte para a mãe ou quando a gravidez é resultado de estupro. Mesmo nesses casos a mulher tem que se submeter a lento e traumático processo judicial para requerer autorização de abortar ou não ficar submetida à punição. À maioria resta apenas o aborto ilegal, realizado em clinicas clandestinas ou auto-infligido com o auxílio de medicamentos ou outras formas ainda mais arriscadas. Independente de todas as barreiras o aborto segue sendo uma opção, independente do medo às punições do Estado, dos riscos à saúde, dos altos preços cobrados pelas clínicas clandestinas, da culpa moral/religiosa, etc. Anualmente estima-se que cerca de 1,5 milhões de mulheres se submetem ao aborto só no Brasil, e destas, 250 mil são internadas em hospitais da rede pública para realizar curetagem após a prática de aborto inseguro.

Até agora as tentativas para descriminalizar o aborto no Brasil sempre foram barradas pelos interesses dos políticos que julgam estar representando todas nós. Não somos ingênuas para acreditar que a real descriminalização do aborto possa ser concedida, esmolada. Mesmo que o aborto seja legalizado, as mulheres, principalmente as de classe mais baixa, estarão sujeitas ao sistema de saúde pública falho e aos moralismos, tabus e preconceitos tão profundamente encravados em nossa sociedade.

O 28 de setembro é marcado pelo Dia Latino-Americano e Caribenho de Luta pela Descriminalização do Aborto, que já completa duas décadas de história. E para marcar nossa luta aqui em Porto[dis]Alegre, estaremos reunidas na esquina democrática juntamente com Resistência Popular, Mulheres Livres e outros coletivos e indivíduos, a partir das 18h30. Junte-se a gente neste dia, nesta luta!

Dia Latino-Americano e Caribenho de Luta pela Descriminalização do Aborto!

______________________________________________________ Atualização 02/10/10

Confira fotos do ato aqui.

______________________________________________________ Atualização 07/10/2010

baixe aqui o panfleto (frente)
e aqui o verso